AMATRA IV lamenta a morte do presidente do TRT de Santa Catarina
AMATRA IV recebeu com profundo pesar a notícia do falecimento do presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT–12), Marcus Pina Mugnaini, ocorrida na manhã desta quarta-feira (24/9). O presidente da Associação, Luiz Antonio Colussi, que recebeu a notícia durante reunião do Conselho de Representantes da ANAMATRA, em Brasília, disse que "a morte de Mugnaini representa uma grande perda para a magistratura do Trabalho, a qual o colega exercia com a vocação dos grandes líderes, no último ano à frente da presidência do TRT-12", lamentou o dirigente da AMATRA IV, que enviou telegrama de condolências ao TRT de Santa Catarina.
O juiz Marcus Pina Mugnaini foi vítima de um enfarte fulminante aos 59 anos, em sua residência em Florianópolis, na manhã de hoje. Natural de Curitiba, ingressou na magistratura do trabalho em 1980. Antes disso, trabalhou como fiscal do trabalho.
Como substituto, atuou em Criciúma, Caçador, Florianópolis e Tubarão. Em 1982, foi promovido a juiz titular na então Junta de Conciliação e Julgamento de Criciúma. Em 1989, assumiu a titularidade da 2ª Vara do Trabalho de Itajaí, onde permaneceu por nove anos até sua promoção para juiz de 2º grau, em outubro de 1998. Atuou em 2003 como juiz convocado no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Antes de se tornar presidente do TRT/SC, chegou a ser corregedor, entre 2002 e 2003.
Mugnaini era formado em Letras (1970, PUC-PR) e Direito (1974, UFPR). Além de magistrado, foi professor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), onde lecionou as disciplinas Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Em 2005, pela mesma universidade, obteve o título de mestre.
O corpo do magistrado foi velado no saguão do TRT-SC e seguirá para Itajaí, às 20 horas, onde será sepultado, amanhã (25/9), no Cemitério Parque Crisântemos, às 16h. Marcus Mugnaini tinha uma ligação sentimental com a cidade onde foi titular durante nove anos na 2ª Vara do Trabalho e três de seus quatro filhos - Liliane, Marcus Vinícius e Paulo Henrique - moram lá. Luciana, outra filha, morava em Rosário, na Argentina.
Com informações do TRT-12