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Participe da partida #HeForShe

  Em 24/11, às 15h, no Estádio Universitário da Pucrs (Av. Ipiranga, 6690), acontecerá partida de futebol em prol da campanha #HeForShe (#ElesPorElas), da Organização das Nações Unidas (ONU).A atividade, que conta com o apoio da…

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Reforma trabalhista: após um ano, geração de empregos ainda é promessa

REFORMA TRABALHISTA: APÓS UM ANO, GERAÇÃO DE EMPREGOS AINDA É PROMESSA Principal efeito das mudanças na legislação foi a queda no número de novas ações na JustiçaA reforma trabalhista que completa um ano de vigência no domingo cumpriu sua meta de reduzir o número de ações trabalhistas, desafogando o Judiciário brasileiro, mas o ritmo de geração de novos empregos está distante do prometido pelo governo federal. Especialistas analisam que os resultados ainda sofrem a influência de um cenário de insegurança jurídica, somada a baques que a economia sofreu em 2018.Em julho de 2017, pouco após a sanção presidencial da Lei 13.467/2017, o Ministério do Trabalho divulgou a estimativa da criação de 2 milhões de postos de emprego nos dois anos seguintes à entrada em vigor das alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), até setembro deste ano, apontam a necessidade de uma aceleração fora da curva para que a previsão se cumpra. Em 11 meses – desde novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor -, o saldo de empregos gerados é de 372.748. Pelo menos o volume foi maior do que o mesmo período anterior, que chegou a ser negativo: perda de 370.239 postos. As comparações podem conter distorções, segundo o pesquisador do FGV/Ibre e IDados Bruno Ottoni:

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