Um novo olhar sobre o autismo: semana de conscientização em Santo Ângelo

O Comitê Gestor de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade e a Comissão de Cultura do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) convidam
Vamos falar de aceitação





Por Fabiana Gallon, Juíza
do Trabalho



Os filhos são diferentes, todos me diziam. Porém,
sabia, algo estava errado com o José Antônio, nascido em 27.01.2013. Os
pediatras, amigos da família,
Presidente da AMATRA IV participa de evento que debate a Reforma da Previdência

A presidente da AMATRA IV, juíza Carolina Gralha, participou da abertura da 1º Jornada Internacional em Defesa da Previdência Social. O
TJC na cidade de Feliz: AMATRA IV fará novas ações conjuntas em prol da cidadania





A AMATRA IV recebeu representantes do município de Feliz (RS) em sua sede. A reunião ocorreu a partir de convite da Coordenadora do
Minha filhinha autista me ensina, a cada dia, como ser uma pessoa melhor

Por Cleiner Palezi Juiz do Trabalho aposentado







Já no terceiro dia da vidinha dela, algo me dizia que havia coisas fora do lugar; no terceiro
Cada dia é um recomeço

Por Gloria Mariana da Silva Mota Juíza do Trabalho







Meu caçula, Alexandre, era um bebê diferente. Ele não dormia, passava as madrugadas em claro, cochilava um pouquinho de manhã e acordava
Artigo: Sobre meninas e meninos de azul

 
Por Fabiano Holz Beserra, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS)
Azul é a cor que simboliza o autismo. Quando minha filha, à época com quase

Opinião: DESEMPREGO CRESCENTE E AS TRÊS ÂNCORAS DAS NOVAS LEIS TRABALHISTAS

 “O recorrente discurso de estímulo ao empreendedorismo não se sustenta para os que são direcionados a sair da relação de emprego. A renda dos trabalhadores autônomos corresponde a apenas 75% do que recebem empregados formais. Isso mostra como o escape da CTPS não tem levado a criação de novos indivíduos empresários, mas simples busca de sobrevivência em relações informais e desprotegidas”.   Por Rodrigo Trindade * Com as estatísticas saindo do forno, fica mais fácil de confirmar o já previsto. Segundo o Pnad, fechando fevereiro, o desemprego brasileiro encerrou em 13,2%, subindo 4,8% em relação a janeiro (12,6%). Em relação ao ano anterior, a elevação é de 30,6%. Já somos 13,5 milhões de almas sem trabalho, recorde da série iniciada em 2012. Apesar da aceleração nos últimos meses, há anos brasileiros convivem com o desemprego. Os números, por si, já formam tragédias individuais e nacional, mas há estatística um pouco mais escondida e que precisa ser analisada. Para onde vão os que conseguem serviço? As novas leis trabalhistas do ano passado – especialmente as 13.467 (Reforma Trabalhista) e 13.429 (terceirização) – trazem aditivos preocupantes, infiltram-se na mistura e ajudam a explicar. Âncora #1: desestímulo ao vínculo de empregoDe acordo com informe do IBGE, janeiro de 2017 firmou-se como a primeira vez em que pessoas que trabalham por conta própria superaram o emprego formal. Ano passado, foram criadas 685 mil vagas com carteira assinada e impressionantes 1,8 milhão de postos informais. Seguindo a trajetória, dados do CAGED indicam que em fevereiro houve extinção de 61,2 mil vagas com carteira assinada.

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Valorização da Magistratura e do Ministério Público foi destaque em manifestação realizada hoje no RS

Ato Público na capital gaúcha reuniu mais de 160 participantes A quinta-feira, 15/3, foi marcada pela mobilização de magistrados do Trabalho, Federais, membros do Ministério Público do Trabalho e Procuradores da República atuantes no Rio Grande do Sul. Os juízes e promotores realizaram dia de mobilização pela valorização das carreiras da Magistratura e do Ministério Público. Para marcar a data, organizaram Ato Público no Auditório Ruy Cirne Lima, no Foro Trabalhista de Porto Alegre. A manifestação reuniu mais de 160 participantes e lotou o espaço. O evento em solo gaúcho foi promovido pela AMATRA IV, Associação dos Juízes Federais do RS (AJUFERGS), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Atos similares foram realizados pelo Brasil em outras cinco capitais: Salvador, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belém.

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15/3: PARALISAÇÃO NA JUSTIÇA DO TRABALHO

A AMATRA IV comunica aos usuários da Justiça do Trabalho da 4ª Região que, seguindo decisão da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho – ANAMATRA, chama MOBILIZAÇÃO DOS JUÍZES E JUÍZAS DO TRABALHO, UNICAMENTE NO DIA 15/3, IMPLICANDO NÃO REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIAS E ATOS PROCESSUAIS REGULARES. Ambas entidades recomendam a seus associados que prestem pronto atendimento a todos os casos urgentes que se apresentem, como tutelas de urgência, pleitos liminares, atos de expropriação e de liberação necessários e iminentes e audiências envolvendo partes ou testemunhas presas. Também sugere que audiências sejam redesignadas para pauta mais próxima possível. Informa, ainda, que, diferente do ordinário e inadequadamente apresentado, não se busca nem aumento salarial, nem recebimento de verbas ilegais, nem constranger por resultados de julgamentos. É necessário um amplo chamar de atenção sobre as circunstâncias que fustigam independência, integridade e autoridade dos membros da Magistratura e Ministério Público. Juízes e agentes do Ministério Público têm o dever de denunciar o cenário nacional de ameaça a instituições públicas essenciais e que já se espraia à própria normalidade do Estado Democrático de Direito.

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Opinião – Boicote ao Judiciário tem consequências institucionais perigosas

(…) a questão do modelo remuneratório das magistraturas nacionais transcende o paupérrimo discurso das verbas singulares, aliás insignificantes, quando comparadas aos verdadeiros desvios públicos que o próprio Poder Judiciário tem revelado. Diz com a própria independência das juízas e dos juízes brasileiros. Leia artigo assinado pelos presidentes da Anamatra e da AMATRA IV, respectivamente, Guilherme Feliciano e Rodrigo Trindade, a respeito das discussões que cercam o auxílio-moradia. O texto foi divulgado nesta sexta-feira, 9/3, na Revista Consultor Jurídico (Conjur).  Boicote ao Judiciário tem consequências institucionais perigosas Por Rodrigo Trindade e Guilherme Feliciano   Temos visto uma inusitada atenção de importantes segmentos da sociedade e da mídia para o tema da remuneração e do regime jurídico da magistratura. Seguindo adventício arrebatamento de consciência, requentam-se críticas que ora se assentam no atual cenário de retração econômica — ou já nem tanto, considerando-se o crescimento de 1% do PIB em 2017 —, ora se perdem nas ociosas satanizações do funcionalismo público. Ao mesmo tempo em que se comparam profissões as mais díspares, em linhas de argumentação que permitiriam justificar praticamente qualquer coisa, redescobrem-se parcelas já questionadas e justificadas, acobertam-se as respostas institucionais e obliteram-se os verdadeiros problemas e interesses envolvidos.

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