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A ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO - AMATRA IV, entidade associativa que representa a Magistratura Trabalhista do Estado do Rio Grande do Sul, em vista das notícias postadas no site da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Rio Grande do Sul - OAB/RS, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2012, intituladas “Advogados de Pelotas relatam dificuldades no exercício profissional na Caravana das Prerrogativas” e “Caravana das Prerrogativas realiza audiências públicas em Tapes, São Lourenço do Sul e Pelotas”, assim como no site da Subseção de Pelotas, intitulada “Justiça do Trabalho – Honorários”, vem a publico dizer o que segue. O exercício da jurisdição segundo as convicções fundamentadas do magistrado é da essência da democracia. As qualificações utilizadas nas notícias expõem injustificadamente a magistrada Ana Ilca Härter Saafeld, que não possui qualquer mácula na sua ficha funcional e que é pessoa com reconhecida e positiva atuação na comunidade de Pelotas. É inadmissível que a inconformidade de alguns advogados com o entendimento jurisdicional relacionado a fixação de critérios para concessão de honorários advocatícios desborde para públicas ofensas de natureza pessoal. O caminho que está sendo trilhado por meio das indigitadas notícias não é aquele que levará à superação das divergências. Ao contrário, levá-las-á ao acirramento. A AMATRA IV firma sua posição de defesa da magistrada e das condições para que exerça, em sua plenitude, a função de pacificação social por meio da busca pela justiça.
Daniel Souza de Nonohay No exercício da presidência da AMATRA IV
Porto Alegre, 23 de janeiro de 2012 |
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No dia 15 de dezembro, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Toyama, ocorreu a culminância do Programa Trabalho, Justiça e Cidadania. A atividade marcou o encerramento do programa, com apresentações artísticas dos alunos sobre os temas tratados durante o ano. |
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O que a Justiça do Trabalho faz é restituir a riqueza que não foi paga na época devida aos seus titulares. Isto é fruto do labor de vários juízes e servidores, resultado da prestação do serviço que devemos à sociedade. |
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Esqueçam a toga e o martelo. Esqueçam o poder de decidir. Por traz desta imagem, o juiz é um trabalhador. Possui família, contas e se sujeita a todas as demais alegrias e incômodos da vida cotidiana. Agora, coloque-se no lugar dele e imagine se, nos últimos anos, a inflação tivesse corroído 25% do valor do seu salário. Ou seja, se você tivesse perdido ¼ daquilo que recebe mensalmente, mantidas (e aumentadas) todas as suas demais contas e obrigações. É isso que ocorreu com os juízes.
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Um aprofundado debate sobre as razões que levaram juízes trabalhistas e federais a paralisarem (por um dia) suas atividades em todo o País: este foi o resultado do Ato Público organizado pela AMATRA IV e Ajufergs nesta quarta-feira, 30/11, no Auditório da Escola Judicial do TRT-RS.
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