Notícias

ARTIGO – Por que elas não escrevem?

“Por que elas não escrevem?”, texto assinado pela juíza do Trabalho Gabriela Lenz de Lacerda encerra a série de artigos publicados nessa semana da mulher pelas diretoras da AMATRA IV.  Por que elas não escrevem?  Por…

Leia Mais

ARTIGO – Fotografia ou a arte de descobrir

As magistradas do trabalho, integrantes da Diretoria da AMATRA, escrevem sobre temas que vão além do Direito. Leia o artigo “Fotografia ou a arte de descobrir” redigido pela desembargadora Vania Cunha Mattos.   Fotografia ou a arte…

Leia Mais

ARTIGO – MULHER: um resgate histórico

Neste 8 de março, a série de artigos das integrantes da Diretoria da AMATRA IV apresenta o texto “MULHER:  um resgate histórico”. O artigo é assinado pelas juízas do Trabalho Adriana Kunrath e Aline Veiga Borges.  MULHER:  um resgate histórico Por Adriana Kunrath e Aline Veiga BorgesDiretoras da AMATRA IV  É interessante como a figura da mulher provoca apaixonadas e acaloradas discussões. Em um momento é amada e venerada como mãe. No outro, equiparada a uma bruxa, taxada de prostituta, reduzida a uma fruta.  O enquadramento da mulher em estereótipos, geralmente com conotação preconceituosa, é uma realidade que está longe de ser modificada.  Não há nada de errado em ser feminista, socialista, lésbica, bonita, recatada ou do lar (apenas para citar alguns do estereótipos), desde que todas essas características sejam assumidas pela mulher de forma livre e desempenhadas em sua plenitude, sem que sofra qualquer tipo de preconceito.  A mulher pode exercer o papel de mãe, filha, amiga, esposa, trabalhadora. Cada um a seu tempo ou todos ao mesmo tempo. No desempenho desses papéis, ela pode ter diferentes estados civis, diferentes orientações sexuais, diferentes posições políticas, diferentes engajamentos na sociedade. 

Leia Mais

ARTIGO – Ainda precisamos falar sobre machismo

Magistradas integrantes da Diretoria da AMATRA publicam uma série de artigos nessa semana da mulher. Confira o texto “Ainda precisamos falar sobre machismo” de autoria da  juíza do Trabalho Julieta Pinheiro Neta. Ainda precisamos falar sobre machismo Por Julieta Pinheiro Neta Diretora Administrativa da AMATRA IV  Vi o filme “Bastardos Inglórios” logo quando foi lançado no Brasil, provavelmente em 2009. Dias depois, eu e alguns amigos dividíamos uma mesa de bar com dois times escalados: os fãs e os que não suportam Tarantino. Lá pelas tantas, acabamos na cena do cinema. Para quem não lembra, é aquela na qual os nazistas gargalham, vendo seus inimigos morrer na tela, e, em seguida, tornam-se vítimas. A nossa heroína, cheia de vingança e sem nenhuma culpa, alcança seu objetivo. Retirado o sangue que golpeia a tela, o que mais me estarreceu foi a fala de um amigo: “vocês perceberam a habilidade do diretor em colocar os “personagens maus” rindo dos “mocinhos” numa sala de cinema, assim como nós, na plateia, rimos com os “personagens de bem” quando os nazistas são mortos da pior forma?” Pois é, a barbárie espreita a civilização. Assisti à palestra de um intelectual brasileiro, que falava sobre preconceito e intolerância. Todos estavam inebriados. Em determinado momento, o próprio palestrante fez uma piada xenófoba, envolvendo um querido Papa e sua nacionalidade. Sem perceber e sem nenhum pudor, todo o auditório riu. Pela inteligência e perspicácia do historiador, tenho certeza que não foi à toa. Ele deixou a lição de casa, como um Tarantino tropical.

Leia Mais

ARTIGO – Juízas além da jurisdição

Na semana da mulher, as magistradas do trabalho, integrantes da diretoria da AMATRA, escrevem além do Direito. São mulheres que perpassam a jurisdição.  ARTIGOJuízas além da jurisdição Por Carolina Gralha BeckVice-presidente da AMATRA IV  Sony  Ângelo (1973/1975), Beatriz Brun Goldschmidt (1979/1980), Magda Barros Biavaschi (1988/1990), Maria Helena Mallmann (1992/1994) e Maria Madalena Telesca (1998/2000). Essas cinco mulheres estiveram à frente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região – AMATRA IV – nos seus 51 anos de história, juntamente com outras tantas juízas que, incansavelmente, se dedicaram e se dedicam à causa associativa, como nossa valorosa Catharina Dalla Costa.  A vida associativa não é fácil. Pelo contrário, exige comprometimento, responsabilidade e a obrigação de harmonizar o já árduo trabalho na jurisdição com os interesses da categoria, sem esquecer da defesa do direito social, hoje tão necessária. Ingressei na magistratura em agosto de 2005 e, já em junho de 2006, passei a fazer parte da gestão da associação, ainda timidamente, como suplente do conselho fiscal. De lá para cá, nunca me afastei, e o aprendizado é constante.

Leia Mais

Artigo – Reflexões sobre a conciliação

“A transação dialogada possibilita aos indivíduos a oportunidade de amadurecer como cidadãos e lhes outorga mais consciência sobre o seu papel no direito”, menciona a juíza do Trabalho da 4ª Região Juliana Oliveira em artigo a respeito da conciliação. “Não é por acaso que o Novo CPC privilegiou a conciliação, ao lado da mediação”, refere a magistrada.   Reflexões sobre a conciliação Por Juliana Oliveira  Juíza do Trabalho da 4ª Região  Moro em uma rua pequena, na qual a maioria dos residentes se conhecem. Eu, na condição de juíza do trabalho, sou bem conhecida por todos. Sempre atendo a quem me consulta, desde que não tenha relação com meus processos – deve ser uma peculiaridade de cidade do interior ou do meu bairro. Certo dia o comerciante de melancias estabelecido provisoriamente na vizinhança, o qual chamarei “Seu João”, pediu ao meu esposo se poderia conversar com “a juíza”. Eu o recebi na minha casa. Seu João queria simplesmente que eu consultasse seus processos no sistema do TJRS, já que seu advogado é da cidade vizinha, e pretendia saber a minha opinião sobre eles – para o que me informou os detalhes das lides. Dessa conversa descobri que tramitam três processos nos quais litigam o Seu João e sua ex-esposa, um no JEC, um na Vara de Família e um na Vara Criminal, todos decorrência de uma mesma relação jurídica rompida. 

Leia Mais

Nota Pública – 10/02/2017

NOTA PÚBLICA         A ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO – AMATRA IV, entidade representativa dos Juízes Trabalhistas do Estado do Rio Grande do Sul, em razão…

Leia Mais

JORNADA FLEXÍVEL: MAIS UMA GOTA DE MALDADE

  Rodrigo Trindade* Nicolau Maquiavel, o fundador da moderna ciência política, cunhou a síntese do governo com uma frase que ficou bem conhecida: quando fizer o bem, faça-o aos poucos; quando for praticar o mal, convém fazê-lo de uma só vez. Acadêmico, Fernando Henrique Cardoso conhecia bem a obra do diplomata florentino, mas Michel Temer dá sinais de aplicar o oposto. Pelo menos, no tema reforma trabalhista. 

Leia Mais

Abuso de autoridade…

“Abuso de autoridade…” é o título do artigo assinado pelo juiz do Trabalho Rui Ferreira dos Santos . “Não tenho sombra de dúvida que todos os integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público são absolutamente contra a corrupção e contra o abuso de autoridade em quaisquer searas, por quem quer que seja”, discorre o magistrado no texto.

Leia Mais